Como um acidente transformou-se num protesto bem humorado contra calçadas quebradas

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Sugestão de pauta da moradora Cláudia Amaral

Era noite de Réveillon. O que prometia ser uma passagem de ano bonita nas praias de Setúbal acabou sendo bem menos do que isso. Havia um desnível no meio do caminho. 

Dona Ladjane Melo, aposentada, chegou ao final do ano sem ter conseguido chegar à praia. As rachaduras na calçada, causadas pelo crescimento de uma árvore e pela falta de manutenção combinaram-se com a iluminação precária da Rua Setúbal, levando-a ao chão. 

Tendo sofrido esse acidente e contado sua história no WhatsApp, Dona Lajdane recebeu depoimentos de diversas senhoras e senhores do bairro que caminham sozinhos no risco diário de não completarem seus trajetos.

A repercussão da história acabou por motivar uma iniciativa conjunta de conscientização por uma maior preservação das calçadas. 

Dona Ladjane afirma: "Tive ferimentos leves, mas nem todos costumam ter essa sorte. Quis iniciar o projeto como forma de protesto e espero que a plaquinha seja multiplicada pela cidade, essa foi a minha intenção. Um protesto e um alerta". 

(foto: Ladjane Melo)

Com sua experiência passada na ONG Cidade Cidadã, em que participava ativamente de ações para a melhoria da cidade, ela conseguiu "viralizar" a mensagem desse problema crescente nas nossas ruas e deixou sua marca na calçada em que caiu. As reivindicações populares de novas calçadas continuam urgentes.


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