6 motivos pra frequentar a Rua Marquês de Tamandaré, em Casa Forte

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Se você é de Casa Forte, na Zona Norte do Recife, com certeza já circulou pela Rua Marquês de Tamandaré, uma das principais transversais que liga a Avenida 17 de Agosto ao Poço da Panela. Por muito tempo, a rua não passava de uma simples via residencial até que se tornou um dos points da vida noturna do bairro, com vários bares funcionando.

Além disso, a Marquês de Tamandaré tem sido palco de iniciativas comunitárias importantes para a sustentabilidade e humanização do bairro. O PorAqui listou 6 motivos que vão te inspirar a querer frequentar mais a rua:

1. Barchef Mercado Gourmet

Um misto de mercado, bar e restaurante, o Barchef já é consolidado na vida noturna de Casa Forte, com ambientes pra vários gostos e festas gratuitas pra diferentes estilos, além de receber eventos de moda e gastronomia, exposições e lançamentos. O local foi considerado pela blogueira Anna Terra um dos 5 melhores estabelecimentos de Casa Forte. De acordo com ela, “uma boa pedida de drink é sempre o Ginger Gin, delicioso e refrescante.”  Funciona de terça a domingo. Informações: (081) 3204-8500

2. Chefão Hamburgueria e Petiscaria

Além do hambúrguer artesanal e do petisco como carros-chefe, o Chefão, que fica em frente ao Barchef, tem ares de botequim, com mesas na calçada. Ideal pra tomar uma cerveja e jogar conversa fora num fim de tarde, e também pra assistir jogos de futebol e lutas, que são transmitidos pela casa. Funciona de terça a quinta, das 16h à 0h; sexta e sábado, das 18h até as 5h e domingo, das 16h às 20h.

3. Pipe Coffe Shop e Bar

Com um clima intimista, o Pipe combina coffe shop, bar e tabacaria num casarão com vários ambientes, onde o cliente se sente em casa. O estabelecimento aposta num cardápio diversificado, que vai desde cervejas artesanais e drinks, até pokes e misturas de “comida do mar” com “comida da terra”. Com redes e narguilé, o bar também valoriza os músicos locais, com uma agenda de shows semanal e gratuita. Funciona de quarta a domingo. Mais informações: (081) 3072-8310

4. Baobá centenário

A Rua Marquês de Tamandaré é privilegiada com um belíssimo exemplar  da “árvore da vida”, como é conhecido o baobá, espécie imortalizada no romance O Pequeno Príncipe, de Saint-Exupéry. No local, há uma placa explicativa sobre a história e a relação dos baobás com o Recife. Inclusive, Casa Forte tem uma relação especial com essa árvore.

O bairro abriga um circuito com 13 exemplares da  espécie, entre o Poço da Panela e Santana, que já foi notícia no PorAqui. A preservação ambiental dos baobás existe no bairro graças à atuação da Associação de Moradores e Amigos do Poço da Panela (AMAPP). 

5. Jardim Secreto

Encabeçado pela Associação dos Moradores e Amigos do Poço da Panela (AMAPP) em parceria com a INCITI/UFPE – Pesquisa e Inovações para as Cidades, o Jardim Secreto visa a reutilização de um terreno abandonado às margens do Rio Capibaribe, bem no finalzinho da Rua Marquês de Tamandaré.

Além de reflorestar o terreno com plantas nativas da Mata Atlântica para serem compartilhadas, a proposta da AMAPP é transformar o Jardim Secreto num espaço de convivência e contemplação da natureza, jardins comestíveis, medicinais e ornamentais, além de um núcleo de educação ambiental para troca de conhecimento e prática dos princípios da agroecologia e permacultura.

Integrar as comunidades que habitam as duas margens do rio também é um dos objetivos do Jardim Secreto. Para isso, a AMAPP têm promovido programações gratuitas com música e confraternização, convocando tanto a população ribeirinha quanto os moradores dos prédios e condomínios. Quem quiser botar a mão na massa e contribuir com o Jardim Secreto, é só fazer uma visita ao local ou entrar em contato com a AMAPP pela página do Facebook .

6. Travessia de barco

Pouca gente sabe que no finalzinho da Marquês de Tamandaré, bem no limite do Jardim Secreto, existe um atalho que facilita a vida de quem precisa se deslocar mais rápido para os bairros da Zona Oeste e por um custo baixíssimo. Escondido pela vegetação abundante que permeia as margens do Rio Capibaribe, Antonio José da Cunha, mais conhecido como Pai, passa o dia num eterno vai e vem, transportando de bote quem precisa atravessar a margem do rio para ir trabalhar, estudar ou resolver seus compromissos.

Ele faz a travessia Poço da Panela/Iputinga há mais de 30 anos pelo Rio Capibaribe. A viagem dura cerca de 2 minutos e cada trecho custa R$ 1. O serviço funciona de domingo a domingo, das 4h30 às 19h.  O bote de madeira é puxado por Pai com auxílio de uma corda que fica amarrada de uma margem à outra do rio.

 



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