Movimento cresce na Casa do Pará e cai no Ponto do Açaí depois do escândalo do incêndio

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Foto: reprodução/Google Street View

A conclusão do inquérito policial que resultou na prisão de Leonardo Lacerda, dono do Ponto do Açaí, gerou uma repercussão nas redes sociais que refletiu na loja. Desde o dia seguinte à prisão – a última terça-feira (12) –, fotografias circulam pelas redes sociais mostrando a Casa do Pará com bom movimento e, ao lado, a loja concorrente com movimentação fraca.

“A ação do estabelecimento me causa indignação e enxergo na minha permanência como cliente uma demonstração de apatia diante dos acontecimentos”, afirmou a estudante Ana Luísa Albuquerque, que acredita que a atitude passa uma mensagem para os demais comerciantes.

Foto: reprodução

A empresa Ponto do Açaí, em nota, ressaltou que é uma “rede de lojas formada por franquias com gestão independente a cargo de seus respectivos franqueados”. O comunicado afirma ainda que “a qualidade dos serviços e produtos conhecida no mercado” está mantida.

“Gosto dos sanduíches de lá. Por isso que acho que eles deveriam ser amigos, pois na Casa do Pará não vende só açaí, vende também as comidas do Pará, no Ponto do Açaí tem sanduíches muito bons”, afirma a administradora Danúbia Nunes.

A Casa do Pará foi incendiada no dia 20 de janeiro e ficou fechada para reforma durante 70 dias, reabrindo em 30 de março. Enquanto isso, as investigações continuaram por parte da Polícia Civil, que constatou o crime no incêndio. Além de ser apontado como responsável pelo incêndio, Leonardo Larceda é acusado de ameaçar de morte familiares de um dos sócios da Casa do Pará.



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