Vídeo denuncia onda de arrombamentos de carros nas Graças

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Imagem: Google Street View

Um vídeo que circula pelo Facebook vem chamando atenção pela forma descarada que o suposto assaltante olha para a câmera e depois, sabendo que está sendo filmado, arromba a mala de um carro e rouba um pneu. Moradores das Graças denunciam que está acontecendo uma onda de roubos de veículos no bairro.

“Não sou de publicar no Facebook, mas diante da insegurança geral no Recife, achei importante divulgar os recorrentes arrombamentos a carros no bairro das Graças, os quais permanecem impunes e seguem acontecendo de forma cada vez mais descarada, à vista de todos”, conta Debora Cavani, pela rede social.

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Procurada pelo PorAqui, a assessoria da Polícia Militar informou que o policiamento da região é realizado pela Patrulha do Bairro, motopatrulhamento e pelo Grupo de Apoio Tático Itinerante (GATI). Afirmou, ainda, que está à disposição da comunidade e aberta a sugestões que possam ajudar no patrulhamento. Confira a nota:

O policiamento no bairro das Graças é realizado por Patrulha do Bairro, motopatrulhamento, além do recobrimento do Grupo de Apoio Tático Itinerante – GATI, através de rondas motorizadas e abordagens. O comando do 13º Batalhão informa que um representante dos comerciantes do bairro o procurou para expor a insegurança na localidade. Uma reunião chegou a ser marcada para o dia 10 de julho, porém o representante não compareceu. O 13º BPM se coloca à disposição da comunidade para receber sugestões que possam ajudar nos ajustes de sua estratégia, visando sempre a tranquilidade e a paz que a sociedade tanto deseja.

No Facebook, usuários da rede social contam vários casos de assaltos na Rua Abelardo. De acordo com informações do post, teriam sido oito casos de assaltos em três semanas.

“O que mais nos estarrece nesse momento é ver a feição de tranquilidade do criminoso ao realizar sua ação e a certeza de que vai sair impune dessa. O que incomoda é esse sentimento de impotência que nos acompanha a cada relato de crime e violência. E amedronta perceber que não somos capazes de viver e circular tranquilamente na cidade. Estamos cada dia mais enclausurados, assustados e seguimos assistindo a ousadia sem fim dessas pessoas de má índole que seguem livres e sem ser incomodadas”, lamenta Debora.

 



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